Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

A Print e o meio ambiente: ações úteis e agradáveis

O ano de 2008 foi bastante gratificante e enriquecedor para a equipe da Print, no que se refere ao meio ambiente. Tivemos a oportunidade de acompanhar e divulgar uma série de eventos ligados ao tema. Abrimos o ano divulgando as ações do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, que culminaram com a elaboração do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, lançado pelo Governo Federal no final do ano. Acompanhamos 12 reuniões promovidas pelo Fórum no Rio e em diversos estados e tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o tema.

Nos meses seguintes, nosso trabalho se intensificou com a divulgação para a imprensa de todo o país dos estudos feitos pela Coppe, Embrapa/Unicamp e UFMG/Fiocruz sobre os impactos das mudanças climáticas sobre a matriz energética, a agricultura, a saúde e a migração. Divulgamos também o estudo “Mudanças climáticas: um assunto para todos”, elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Mudanças Climáticas da Confederação Britânica da Indústria (CBI), junto a grandes empresas que atuam na Inglaterra.

E mais: estivemos à frente da divulgação da visita ao Brasil do economista britânico Nicholas Stern, autor do mundialmente conhecido Relatório Stern, pioneiro em analisar os efeitos econômicos das mudanças climáticas em todo o mundo.

Trabalhamos no projeto Ressurgência, da Coppe/UFRJ em parceria com a Petrobras, que tem o objetivo de restabelecer as condições de pesca de Arraial do Cabo, no litoral fluminense.

A Print também foi a empresa consultora de comunicação no batismo de novas espécies botânicas. O projeto, realizado pela Vale, consistiu em dar nomes de pessoas ilustres a seis espécies recém-descobertas na Reserva Natural Vale, em Linhares (ES). O local – um oásis povoado de Mata Atlântica – tem um imenso potencial botânico e prova que homem e natureza podem conviver harmoniosamente. O projeto foi um sucesso e elegeu personalidades dos quatro cantos do país, agora imortalizados através destas espécies.

As ações ambientais não pararam por aí. A Print atuou em parceria com a Entidade Ambientalista Onda Verde em Paracambi, cidade da Baixada Fluminense. Durante o ano foram plantadas 100 mil mudas, em uma área reflorestada de 400 mil metros quadrados. Elaboramos duas cartilhas, folders e vídeo-documentário, informando aos moradores sobre Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs) e ensinando aos produtores rurais como desenvolver hortas sustentáveis. Também em Paracambi, atuamos no diálogo socioambiental para a construção de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH). A Print fez contato com todos os moradores impactados, realizou um diagnóstico da região e desenvolveu programas de relacionamento com as comunidades. Destaque para o concurso de desenho e redação realizado com crianças das escolas públicas da cidade.

Nosso trabalho mais recente, que ganhará fôlego em 2009, é o diálogo e diagnóstico socioambiental para a construção de uma Usina Hidrelétrica do Consórcio UHE Itaocara. Para isso, a Print montou um escritório em Itaocara, cidade no norte fluminense, e já está em contato com os moradores da região, entre eles pescadores e agricultores. Realizaremos um amplo trabalho, para que o empreendimento seja implantado com o menor impacto possível.

Enfim, juntando o útil ao agradável fechamos este ano em que, com certeza, contribuímos significativamente para a saúde do planeta.

 

Terça-feira, 09 de Dezembro de 2008

Diesel limpo em janeiro

A Petrobras está investindo US$ 4 bilhões para começar a disponibilizar o diesel 50 ppm de enxofre a partir de janeiro de 2009 nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. A companhia ainda deve expandir a distribuição do novo produto para outras capitais do Brasil durante o ano, segundo informou o gerente de Soluções Comerciais da Área de Abastecimento, Frederico Kramer.

Detalhe: a Petrobras vai produzir um produto que ainda não tem onde ser usado, uma vez que a indústria automobilística já confirmou que não terá como fabricar os carros com tecnologia sofisticada conhecida como Euro 4 – ou seja, seriam abastecidos com este diesel e utilizariam um sistema de uréia para reduzir as emissões de enxofre.

 

Terça-feira, 09 de Dezembro de 2008

Cheiro de enxofre

A polêmica em torno da atual quantidade de enxofre no diesel e suas conseqüências na qualidade do ar também foi tema da entrevista de Frederico Kramer. "A Petrobras não mede qualidade do ar, mas a cidade de São Paulo, por exemplo, tem um sistema de medição feito pela Cetesb. O relatório indica que o problema da qualidade do ar da cidade é o ozônio. No material particulado, derivado da queima do motor diesel (a relação do teor de enxofre do diesel é com este material), os níveis estão abaixo dos limites recomendados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)", afirmou.

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Cidadãos entram no comércio de carbono

A emissão de carbono é uma preocupação exclusiva das indústrias, dos países ricos, dos governos e de gente com poder de decisão de amplo alcance, certo? Errado. Todos somos responsáveis pelo meio ambiente. No Reino Unido e na Irlanda surgem alguns caminhos para dividir esta responsabilidade. Confira o texto da colega Paula Scheidt, do CarbonoBrasil.

Campanhas educativas não fazem você esquecer que é preciso diminuir o consumo de combustível, economizar água e desligar a luz; porém nunca ninguém exigiu um pagamento pelos excessos de consumo destes bens, certo? Pensar que ações ambientalmente corretas são atitudes meramente voluntárias está com os dias contados com os primeiros indícios de um mercado de carbono para cidadãos.

Dois países vizinhos, Reino Unido e Irlanda, lançam propostas para dividir a responsabilidade pela redução de gases do efeito estufa (GEE) com seus habitantes.

Reino Unido

Mais de mil voluntários britânicos irão ganhar uma permissão mensal de créditos de carbono que serão usados para poder consumir energia, através da compra de combustível para abastecer os veículos ou gás para aquecer as residências.

Cada um receberá um total de créditos correspondente a cinco toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano, o que representa cerca de metade do total de emissões de um cidadão médio do Reino Unido. O valor ilustra o tipo de redução de emissões que o governo defende que cada cidadão precisa fazer nas próximas décadas para prevenir "mudanças climáticas perigosas".

Voluntários que forem econômicos com os créditos poderão vendê-los, usando uma moeda virtual, àqueles que precisarem mais do que as permissões que receberam. Os participantes irão utilizar cartões de fidelidade, chamados Nectar, para fazer as compras e registrar eletronicamente o quanto de CO2 estarão emitindo na atmosfera a partir do que estão adquirindo.

Irlanda

O sistema 'cap-and-share', algo como captura e compartilhamento, tem como objetivo atacar tanto o problema das mudanças climáticas quanto das altas no petróleo. Os consumidores receberiam de forma gratuita e igualitária permissões para cobrir o uso de combustíveis fósseis, porém em um número reduzido.

A cota de permissões distribuídas seria reduzida ao longo do tempo, forçando os consumidores a diminuir o consumo ou assumir o pagamento dos altos preços quando acabassem suas permissões.

O co-autor do relatório, Richard Douthwaite, alega que este sistema é necessário urgentemente devido ao contexto atual dos preços do petróleo. Segundo ele, o esquema poderia não apenas reduzir as emissões, mas possibilitaria a redistribuição dos altos lucros das empresas petrolíferas para os consumidores que sofrem com a alta nos preços da energia.

Terça-feira, 03 de Junho de 2008

Semana do meio ambiente

Plantio das primeiras mudas no Projeto de Compensação

A Print iniciou a semana do meio ambiente trabalhando na divulgação de um importante estudo desenvolvido pela COPPE/UFRJ, com o patrocínio da Embaixada do Reino Unido. É a primeira vez que o tema “Mudanças climáticas e a vulnerabilidade do setor elétrico brasileiro” é motivo de análise e levanta um debate que terá que ser realizado em todos os setores da economia.

Até que ponto a mudança no clima irá influenciar e modificar o cenário econômico e social brasileiro no futuro? A resposta a essa pergunta terá que permear o horizonte dos setores produtivos. 

Na verdade, há pouco mais de uma década, os fatores ambientais começaram a fazer parte das condicionantes nas estratégias de negócios. Até então, imaginava-se que “bem natural” nunca se esgotaria. Está aí o resultado: florestas devastadas, rios e mares poluídos, cidades desordenadas e aquecimento global. 

O estudo, coordenado pelo professor Roberto Schaeffer, chega em boa hora e liga o sinal de alerta para uma reflexão, principalmente sobre políticas públicas: o céu de brigadeiro pode virar tempestade. 

Neutralizando as emissões

A equipe Print, mobilizada pela semana do meio ambiente, fez as contas do consumo com energia, água, combustível e papel e chegou a uma emissão anual de 42 toneladas de C02 por ano. Se considerarmos que a empresa tem sete anos, nosso total de emissões chega a 294 toneladas no período.

Para cada ano, com este volume de emissões, deveríamos plantar 13 árvores, num total de 91 para o tempo de vida da empresa. 

MAS JÁ FIZEMOS MUITO MAIS.

PLANTAMOS 250 MUDAS DE MATA ATLÂNTICA NATIVA NA REGIÃO SERRANA DO RIO DE JANEIRO.

ZERAMOS NOSSO CARBONO E AINDA ESTAMOS COM CRÉDITO. 

A contribuição parece pequena, mas associada a outras iniciativas, é uma importante colaboração para tornar o planeta mais sustentável.

 

Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

A Print vai zerar suas emissões de carbono

A idéia deste blog é discutir neste espaço ações do mundo corporativo que ajudem as empresas a melhorar a sua comunicação e sua relação com a sociedade, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento sustentável. Vamos aproveitar este espaço para dar as boas vindas e a melhor notícia do ano. A Print também está fazendo a sua parte para ajudar na redução das emissões de carbono. A partir deste mês, damos início a um projeto que coloca a nossa empresa na lista daquelas que tem emissão zero de carbono. Já estamos computando todas as nossas emissões para iniciarmos a contrapartida. Vamos plantar mais de mil mudas de espécies da Mata Atlântica para a recuperação da mata ciliar. Aos poucos contamos as novidades. Abraços Equipe Print